
Lufadas de tempo percorrem
Ponteiradas decisivas constantes
Latejam e ecoa na estrada
Que o tempo constrói...
O tempo nunca é em vão
Em vão é a perda de tempo
O ponteiro fére, e cura
E o tempo transpassa
Quanto tempo eu estou aqui ?
Meu relógio é os céus
O laranja pregado no azul
Me indica que é dia
E o prateado colado ao negro
Me indica que é noite
O tempo não espera nada
Mas tudo espera pelo tempo
O tempo faz a arvore crescer
O tempo também ha derruba
O "tic-tac" sempre gritando
A tormenta e a bonança
O tempo não é em vão
Ele sempre percorre
A estrada dessa solidão
O tempo mata mas não morre.






